Professor Castilho – Entrevista de admissao

Outubro 13, 2009

Toc, Toc, Toc

_Dr. Aureliano? Posso entrar?

_Bom dia Dona Mirtes, sim, sim, entre, por favor. Algum problema?

_Não Doutor, nenhum problema, é que está aqui um senhor que veio para a entrevista à vaga deixada pelo falecido Professor Álvaro.

_Ah sim, é verdade, me parece Prof. Castilho, se não estou enganado, me dê uns cinco minutos e mande-o entrar, por gentileza.

_Sim Doutor, como queira.

Dona Mirtes é secretária do Doutor Aureliano há muitos anos, é um cargo passado de mãe para filha, sua mãe foi secretária do Dr. Aurélio, pai e fundador do Instituto Capixaba de Ensino ( ICE ), falecido há anos, desde então Dr. Aureliano assumiu a diretoria do Instituto e Dona Inês, mãe de Dona Mirtes aposentou-se dando lugar a filha mais velha. As coisas por aqui acontecem assim, uma escola de mais de 50 anos, muito tradicional, os cargos passam de pai para filho e posteriormente para netos. Respeita-se muito isso, uma escola com preceitos religiosos muito firmes e que tem em seu histórico alunos da mais alta classe Capixaba, pelo ICE passaram governadores de Estado, Deputados, Senadores, grandes médicos, engenheiros e Advogados. Você não faz parte da nata da sociedade se não estudou no ICE. Assim é Dr. Aureliano, faz questão que assim seja e que assim será. Seu filho, jovem um pouco disperso, apesar dos sérios problemas que tem passado com bebidas, jogos de azar e drogas, estuda no Instituto e é a única possibilidade de continuidade da linhagem, devido a isso o diretor solicita a todos os professores que sejam muito rígidos com o rapaz.

Toc, toc, toc

_Dr. Aureliano? Posso entrar?

_Professor Castilho, se não me engano?

_Sim Doutor, Professor Major Arnaldo Castilho de Albuquerque, leciono, com muito prazer e carinho, a matéria de Ciências e Tecnologia.

_Interessante professor, desculpe o que vou dizer, por favor não se ofenda, o senhor ser militar, é um ser tão franzino e aparentemente tão frágil, jamais diria que o senhor é militar.

_Nao precisa se desculpar doutor, eu sou assim mesmo, uma pessoa muito tranqüila, deve ser meu sangue capixaba falando mais alto.

 _Estou vendo aqui em seu currículo, o senhor é filho do Coronel Albuquerque, muito bom, fui muito amigo do seu pai, fomos colegas de turma, aqui no Instituto mesmo, mas o senhor jamais estudou aqui, não?

_Dr. Aureliano, infelizmente não tive esse prazer, estudei em bases militares, meu querido e falecido papai era um militar muito requisitado, sempre mudávamos, vivíamos em bases militares diferentes e, em sua maioria, fora do país. Assim foi durante a segunda guerra, quando nasci, assim foi durante a guerra do Vietnã, o Brasil, sendo um país amigo dos Estados Unidos da América, mantinha militares brasileiros em bases Americanas, eu nasci em uma base americana, tenho dupla nacionalidade, sou norte americano e brasileiro, mas fiz minha carreira no exército americano.

_Faz muito tempo que o senhor saiu do exército Professor… Desculpe como o senhor prefere que lhe chame? Professor ou Major?

_Doutor, o senhor é um homem muito gentil, estou licenciado há pouco do exército, estava até o final do ano passado no front de batalha no Iraque, mas tive um pequeno problema de saúde e tive que me afastar, lá me chamavam de professor, apesar da minha patente. No exército me formei, no exército fiz meu mestrado e pós-graduação, sou professor em Ciências Tecnológicas e Pós-graduado em Tecnologia Bélica. Faço, neste momento, um trabalho específico sobre Tecnologia em Minas Terrestres, essas por sinal, são minhas especialidades. Portanto pode me chamar de professor, Professor Castilho.

_Sim, muito bem, Professor Castilho, percebo que o senhor é um homem muito educado e gentil, apesar da frágil aparência imagino ser severo como condiz a um militar, o que para mim é muito bem vindo, e muito bem preparado para a vaga, portanto a vaga é sua professor, pode começar amanha, caso deseje, mas preciso fazer-lhe uma confissão, temos uma turma aqui, da qual meu filho faz parte, que é extremamente arredia, tome cuidado com ela, perdemos ótimos professores por causa dessa turma, inclusive o professor que preenchia a vaga a qual o senhor postula agora, falecido em plena sala de aula.

De fala mansa e tranqüilo, professor Castilho vai saindo da sala e diz:

_Nao se preocupe doutor, amanha começaremos as aulas. Até amanha.

_Até amanha professor, até amanha.

Dr.Aureliano pega seu telefone sobre a mesa e fala com sua secretária:

_Dona Mirtes, acho que esse não durará dois dias, acho melhor começar a procurar outros professores, com esse corpo franzino e fala mole, não sei não. Vamos aguardar, vamos ver o que poderá acontecer.


Festa de Halloween

Novembro 3, 2008

A identidade de um povo nasce em sua língua e as coisas relacionadas à sua cultura, no Brasil falamos, até onde sei, a língua portuguesa. Temos nossa cultura, nossas festas e feriados, nosso folclore. Temos nossa história, nao muito antiga, mas é nossa história. Isso tudo faz parte da nossa cultura, isso tudo nos gera identidade, isso tudo somos nós brasileiros.

O que me preocupa sao as invasoes, nem tanto a militarizada pois acredito que nao corremos esse risco, nao por enquanto, mas a invasao cultural. Essa vem de pouco em pouco e ninguém percebe, nao percebemos que estamos falando cada vez mais outras línguas, as pessoas acham bonito conversar nos elevadores em inglês ou espanhol, acham bonito comprar mercadorias chinesas em lojas com nome inglês. Se tiver que escolher entre comprar um sapato em uma loja chamada “SAPATOS” e outra loja chamada “Shoes”, vao comprar na segunda, acreditando ser esta a melhor opcao. Trata-se de um exemplo, mas no fundo essa é a verdade. Na semana que passou, na escola de meus filhos, teve a Festa de Halloween, meus filhos nao participaram devido a questoes nao relevantes no momento. O que interessa mesmo saber é: Que raio de festa é essa? Lógico que sei do que se trata, mas a minha pergunta é: O que temos a ver com essa festa?

Essa porcaria nao é nossa, nao fazia, até entao, parte de nossa cultura e achamos bonito importar essa porcaria. É disso que falo, é dessa invasao cultural que tenho medo, os contemporâneos de meus filhos crescerao acreditando ser uma festa culturalmente nossa, pois eu lhes digo: NAO É!!!

Porque as pessoas nao se vestem de Índios no Dia do Índio?

Porque as pessoas nao se vestem de Tiradentes, no dia do mesmo?

Mas todos querem se vestir de monstros no dia do Halloween.

O Iraque, apesar da invasao Estados Unidenses, nao muda e nao aceita insercoes em sua cultura, a Irlanda tem um sério problema com a Inglaterra por ter sido obrigada a aceitar a cultura inglesa, entre outras coisas a religiao. Isso é motivo de guerra e nós, um povo pacífico, aceitamos pouco a pouco a morte de nossa cultura.

Sou contra, serei sempre contra e ponto final.


O caminho da felicidade

Outubro 7, 2008

Definir felicidade é algo impossível, o que pode ser motivo de felicidade para uns, pode ser tristeza para outros, o que tento definir é um dos caminhos da felicidade, vejo que um dos caminhos para a felicidade é ignorância e fé, nao se assuste com a palavra ignorância, ignorante é todo aquele que ignora algo, nao saber das coisas ou de determinadas coisas, pode ser um dos caminhos para a felicidade. Vivemos dias complexos, recebemos caminhoes de informacoes todos os dias, seja pela televisao, seja por jornais, seja por conversas e internet e o que nos chama mais a atencao? As coisas ruins, essas sao as notícias que vendem mais, que nos chamam mais a atencao, sendo assim desconhecer essas informacoes nos traria felicidade ou, na pior das hipóteses, nao nos traria infelicidade. Saber como as coisas realmente funcionam nos tira a esperanca, esse é o terrível preco da maturidade, crianca acredita em tudo e tem esperancas, acredita em um mundo melhor, mesmo que todos os sinais dizem o contrário, crianca é otimista. Como seria bom poder ser assim, que falta me faz a pureza de pensamentos da infância, a ignorância é um forte fator de felicidade.

Outro caminho para a felicidade é a fé, é a crenca que há alguém ou algo acima de nós, regendo nossas vidas e nosso destino, quao confortável é poder passar um pouco de nossas responsabilidades para alguém acima de nós e dizer: “Se Deus quiser vai dar certo, se nao der é porque Deus nao quis e está bom para mim deste jeito.” A meu ver o religioso leva uma vida mais confortável que o ateu, nao falo de conforto financeiro, falo de conforto mesmo, problemas que o dinheiro nao paga, problemas que nos afligem e nao há dinheiro no mundo que resolva, se o pobre tem problemas na educacao dos filhos, os ricos também tem, se os pobres tem problemas de doenca, o rico também tem, conforto desta natureza a que me refiro.

Ser ignorante e acreditar em Deus, este é o caminho da felicidade.


E olha que eu nem cheguei aos 40!!!

Setembro 11, 2008

É incrível o que tem acontecido comigo, ando esquecendo de tudo, o pior é que nao esqueco das contas para pagar, elas me tiram o sono mas nao consigo esquecê-las.

Esquecer de nomes é o que tem ocorrido com frequência, encontro com pessoas, que sei que conheco, mas nao me lembro do nome, isso é terrível.

Esqueco de trazer para o escritório de coisas fundamentais, que até 5 minutos antes de sair de casa pensava:_Nao posso esquecer, nao posso esquecer. Pois é, saí de casa e esqueci.

Fico chateado quando alguém me pergunta:_E aí? Já viu aquele negócio que lhe pedi? Pu#$% Mer”#$, esqueci completamente.

Acontece que a vida de todos nós anda muito corrida, nao temos mais tempo para relaxar e ficar pensando em nada, saimos do trabalho correndo para fugir um pouco do trânsito e voltamos a trabalhar em casa, o divertimento fica a segundo plano, nao pratico mais esportes, nao leio mais livros, está cada vez mais difícil de escrever, em suma, nao temos mais tempo para fazer algo que nos dê prazer, acredito eu, entao, que a “massa cinzenta” está “torrando”, minha memória está me deixando e sou obrigado a passar por esses esquecimentos infelizes.

Mas do que é que estamos falando mesmo?


País chamado farsa II.

Agosto 20, 2008

Outro dia estava assistindo a um filme, desses filmes que, um cara só, acaba com um exército da América Central, um exército particular de algum ditador. Em um determinado momento do filme aparece sempre, algum militar ou representante do FBI ou entao algum policial ou bombeiro de NY dizendo que aquele cara foi da “Elite da Marinha Americana”, o cara é o melhor, o cara invadiu sozinho o Vietna ou quem sabe o Iraque, e esse mesmo cara matou todo mundo, resolveu tudo e acabou com a guerra. Assim descreviam o RAMBO, assim descreviam o Schwarzenegger, assim descreviam o Bruce Willis e assim descrevem o Jason Statham ( Ator de Carga Explosiva ). Sao os melhores dos melhores, nao existe em toda a galáxia ninguém melhor do que eles. Bem, farei algumas perguntas e quem souber me responder, por favor respondam:

1) Porque a marinha americana nao consegue manter seus melhores valores?

2) Porque, necessariamente, eles tornam-se uns “largados, mal remunerados ou mercenários”?

3) Afinal, o que presta nos Estados Unidos? Ora o FBI é o melhor, ora é a marinha, ora é a policia de NY, ora é a Swat, afinal o que presta nesta porcaria de país? O engracado é que quando a figura principal do filme é de uma determinada corporacao, todas as outras ficam ridicularizadas, veja o caso do filme “Duro de matar”, aquele do prédio japonês, existem dois idiotas do FBI, os dois com nome Johnson, aqueles imbecis morrem ao explodir o helicóptero que estavam e demonstra aí que a polícia de NY possui, pelo menos um, agente mais preparado.

Último detalhe, nos Estados Unidos existem os famosos Xerifes, é como se fosse nossa Guarda Municipal, cada condado tem a sua, as viaturas tem cores distintas e coisa e tal, nao servem para nada, pelo que vejo, apenas servem para dar motivo, nos filmes, para alguém sacaneá-los ou mostrar que eles nao mandam em nada.

Paisinho cheio de farsa esse nao?


Tem cabimento?

Abril 24, 2008

Essa história é demais, um padre, na regiao Sul do Brasil, resolveu voar preso a baloes de gás, é isso mesmo, baloes de gás utilizados em festas de criancas, pois é, o padre, que pelo jeito nao tinha mais o que fazer, resolveu se pendurar em baloes e sair voando por aí.

Bom, vamos aos fatos:

  • o besta iria voar e nao tinha a menor idéia de onde iria descer
  • o infeliz foi avisado, inclusive por uma repórter, que seria muito perigoso voar com os baloes com aquele tempo, ela se referia ao mal tempo, chovia muito naquela tarde, ele, como nao tinha a menor nocao do que estava fazendo, disse que nao haveria problema pois logo, logo, estaria sobre as nuvens
  • o espirituoso tinha consigo um aparelho de GPS e um telefone celular por satélite, falou com várias pessoas durante o vôo, mas, de repente, percebeu que nao sabia usar o aparelho de GPS e ligou para alguém em terra pedindo para alguém lhe ensinar a mexer naquele aparelho.

O cara é uma piada, pediu para dancar.

Bom, neguinho sumiu, ninguém acha, e o povo paga por isso, avioes, helicópteros, barcos da Marinha, quanto dinheiro gasto para procurar esse padre. Quanto nao custa um vôo de helicóptero? Uma fortuna, enfim, nao acharam, nao vao achar e se acharem, ainda com vida, é para entregar uma arma na mao dele e pedir para que se mate.

É o fim.


Para ser honesto…

Janeiro 14, 2008

Para ser honesto, nem tudo é farsa no mundo fonográfico estado unidense, alguns músicos e cantores me parecem muito bons: George Benson, Frank Sinatra, Tony Bennett, Elvis e muitos outros.

Agora, o que me irrita mesmo é que, para “eles” , tudo o que é “deles” é o melhor do mundo, Frank Sinatra foi a melhor voz do mundo, Elvis é o rei do rock mundial, e por aí vai. Quem me garante que na Índia nao havia uma voz melhor que a do Frank? Quem me garante que na Tailândia nao havia um “roqueiro” mais impressionante que Elvis? Quem me garante que na Guatemala nao existia uma loira mais bonita que Monroe? ( Essa eu também acho muito difícil mas… )

Só para finalizar lembram-se do filme “Independence Day” onde o presidente estado unidense diz que o dia da independência estado unidense passará a ser o dia da independência mundial? Pois é, nao existe nada mais ridículo que a certeza estado unidense de que eles representam o mundo. Notem que falo estado unidense, afinal americanos somos todos nós.


Um país chamado “FARSA”.

Janeiro 10, 2008

Britney Spears, grande “estouro” da indústria fonográfica, nao canta absolutamente nada, quando esteve no Brasil, participando do Rock in Rio, sua música era proveniente de um playback. Um corpo espetacular, uma carinha bonitinha, mas cantar mesmo, nada. Agora que a forma de seu corpo já nao é das melhores, acabou o grande sucesso.

Milli e Vanilli, fizeram um grande sucesso, mas logo descobriram que nao passavam de uma farsa, os dois afro-americanos pulavam bastante no palco, mas a voz estava nos bastidores.

Beyonce, dizem que canta que é uma beleza, mas o que chama a atencao mesmo é seu ”traseiro” e, do jeito que se requebra, dificilmente cantará algo, bota o playback aí de novo.

Veja a economia estado unidense, é baseada em mercado financeiro, nada mais falso que mercado financeiro, as acoes de uma empresa valem bilhoes em uma noite e amanhece, no dia seguinte, nao valendo um centavo. Nao se sustenta, recordemos dos tempos da quebra da bolsa em 1929 e nos últimos tempos com a especulacao imobiliária.

Agora vamos ao mais interessante, desde que nasci ouvia a história do homem na Lua, a história era contada tantas vezes que passamos a acreditar em sua veracidade, qualquer pessoa que desmentisse sua opiniao era imediatamente desqualificada, pois bem, vamos imaginar uma situacao:

Certo dia, em uma sala de reunioes da NASA:

_Coronel o que faremos? Os russos mandaram um homem para o espaco e conseguiram trazê-lo de volta, nao podemos ficar para trás.

_Pois é tenente, você está certo, precisamos fazer algo melhor, nao nos bastará agora mandar alguém para o espaco, precisamos fazer algo mais surprendente.

_Mas o que faremos coronel?

Aí, o rapaz que serve o café deixa escapar, em tom de ironia:

_Mande alguém para a Lua.

E comeca a dar risadas.

_Boa idéia rapaz. Diz o coronel. _ Faremos isso mesmo.

_Tenente, vamos mandar alguém para a Lua.

_Mas coronel, nao temos a menor condicao de fazermos isso, como vamos fazer?

_Nao sei tenente, se vira, no dia primeiro de janeiro quero um homem na Lua, como você vai fazer nao sei, mas se vira.

_Mas coronel… _Se vira tenente, amanha mesmo darei uma coletiva informando de nosso futuro feito.

_Já sei coronel, meu avô me deixou um terreno, um terreno maldito no meio do deserto do Texas, ninguém quer aquela porcaria, já tentei vender, alugar e doar, ninguém quer e com uma vantagem, nao tem vizinho. _Lugarzinho sem água, sem vento, sem nada. _Podemos fazer algumas gravacoes externas por lá, de noite, a baixo custo. _Ninguém vai perceber a falcatrua, depois chamamos os jornais e mostramos as imagens, vai ficar bom, o senhor vai ver, além do mais só nós saberemos a verdade mesmo, nao sai daqui, da sala do projeto. _Para o mundo inteiro fomos à Lua, os russos vao morrer de inveja, o senhor será promovido e ninguém se machuca.

Aí o coronel pensa, pensa e diz:

_Boa idéia tenente, pode fazer o cronograma, dia primeiro de janeiro o homem tem que pisar na Lua, mesmo que seja no terreno do seu avô.

E assim o homem foi à Lua, e assim acreditamos que foi. 


Maconha, afinal é um vício?

Janeiro 9, 2008

Conheco algumas pessoas que fumam ou fumaram, muitas vezes ouvi que maconha nao é uma droga viciante e tenho uma opiniao, apesar de minha ignorância sobre o assunto, arrisco a ter uma opiniao sobre, maconha é um vício, nao sei se vicia o corpo mas certamente vicia a mente. Há quem nao faca nada sem fumar um baseado, há quem nao saia de casa sem fumar um baseado, há quem nao trabalhe, nao estude, nao almoce, nao faz sexo, nao se diverte sem um baseado. Toda dificuldade em encarar as dificuldades da vida pede um baseado, é uma bengala, a pessoa nao consegue enfrentar os problemas comuns à todos. Vale dizer também que para muitos, nao sei se maioria, a maconha é apenas uma porta de entrada para outras drogas, corrói aos poucos, assim como a ferrugem, o carácter das pessoas.

Sim, a maconha é um vício para muitos.


No caminho da vida.

Novembro 29, 2007

Pense na vida como um caminho a ser percorrido, em certo momento da história comeca a sua caminhada e em outro chegamos ao fim dela. Para alguns nem comeca e já termina, para outros parece nao ter mais fim. Durante essa caminhada encontramos com pessoas, algumas nao querem caminhar com a gente e logo se distanciam, outras, nós nao queremos sua companhia. Assim segue a vida, fazemos a selecao natural de quem nos acompanha e, por muitas vezes, escolhemos uma pessoa especial para, juntos, seguirmos o mesmo caminho.

Pessoas especiais cruzaram meu caminho, algumas nao caminham mais, algumas com passos mais lentos e outras ainda estao do meu lado, mas existe uma pessoa muito especial, por muitas vezes nao estava por perto mas que eu sempre pude contar. Tenho essa pessoa como uma grande amiga, uma amiga de verdade, coisa rara de aparecer. Nao citarei seu nome, mas, como ela sempre aparece por aqui, lerá esse pensamento e saberá de quem falo, apareceu no meu caminho, de uma forma muito inesperada e sua amizade me é muito cara. 

Saiba que pode contar comigo sempre, pois sei que posso contar sempre contigo.